Sinto uma dor infinita
Das ruas de Porto Alegre
Onde jamais passarei…
Há tanta esquina esquisita
Tanta nuança de paredes;
Há tanta moça bonita
nas ruas que não andei.
Arquivos para a Categoria ‘Mário Quintana’
Sem título – Mário Quintana
Posted in Mário Quintana on Junho 22, 2008 | Leave a Comment »
Outono – Mário Quintana
Posted in Mário Quintana on Junho 22, 2008 | Leave a Comment »
…
Tuas tristezas… o que é feio delas?
Tombaram, como folhas amarelas
Sobre os tanques azuis…
Que desaponto
E agora, esse cartaz na alma da gente
ADIADOS OS SUICÍDIOS… simplesmente
Porque é abril em Porto Alegre…
E pronto!
Silêncio – Mário Quintana
Posted in Mário Quintana on Junho 22, 2008 | Leave a Comment »
Há um silêncio de antes de abrir-se um telegrama urgente
Há um silêncio de um primeiro olhar de desejo
Há um silêncio trêmulo de teias ao apanhar uma mosca
… e o silêncio de uma lápide que ninguém lê.
Álbum de NF – Mário Quintana
Posted in Mário Quintana on Junho 22, 2008 | Leave a Comment »
A mocidade , dizem, que não cria ferrugem.
Mas as tuas sardas, sereiazinha, as tuas maravilhosas sardas?
Para a gente as beijar uma a uma.
Vida – Mário Quintana
Posted in Mário Quintana on Abril 21, 2008 | Leave a Comment »
Não sei
O que querem de mim estas árvores
essas velhas esquinas
para ficarem tão minhas só
de as olhar um momento